27 de mar. de 2009

O que fazer com uma pessoa que mata a esposa a facadas? que deixa duas filhas perdidas e orfãs? O que leva alguém a fazer esse tipo de coisa?? Estou chocada, terrivelmente chocada ... Como é isso, de viver com o inimigo dentro da propria casa? Sera que havia indicios, isso foi inesperado? Eu não compreendo...Fico triste em saber que casos como este acontecem todos os dias, e que só nos damos conta de sua gravidade quando é com alguém que conhecemos...Meus pêsames, meninas. Não posso nem desejar que tudo termine bem, porque simplesmente é impossivel e interminavel...mas ficam meus sentimentos.

23 de mar. de 2009

Dream a Little Dream of Me

Composição: Gus Kahn/ Wilbur Schwandt/ Andres Fabian)

Stars shinning brigth above you Night breezes seems to whisper "I love you" Birds singing in the sycamore tree Dream a little dream of me Say nighty-night and kiss me Just hold me tight and tell me you miss me While I'm alone and blue, as can be Dream a little dream of me Stars fading but I linger on, dear Still craving your kiss I'm longing to linger till dawn, dear Just saying this Sweet dreams till sunbeams find you Sweet dreams that leave all worries behind you But in your dreams whatever they be Dream a little dream of me

16 de mar. de 2009

Dançar. Dançar de manhã, de tarde ou de noite; um Tango, um Bolero, uma Gafieira; com alguém ou desacompanhada, com música ou simplesmente com meu ritmo interno (!), cantando, que dá uma sensação maior de liberdade; rápido, lento, alternado; sensual, brincalhão ou esdruxulo. Movimento. É o que importa, é o que me move, meu combustível. Música é minha droga (frase péssssssima, mas bem verdadeira). A batida, a marcação, as reviravoltas, tudo me reflete em movimento, eis que danço, sempre, nem que seja em pensamentos.

4 de mar. de 2009

Lua

Estava voltando para casa por volta da meia noite, depois de um "Rito de Passagem". Ao olhar para o céu, vi que estava sendo abençoada por uma lua enorme, linda e amarela. Um asceno simpático do universo!
Eu estava tomando banho quando de repente entendi. Veio como um flash, sem esforço, rápida e certeira. Sempre fui racional, desde menina, e me perguntava por que aquelas perguntas me irritavam tanto. Encontrava-me com ele e eram as mesmas perguntas: "dormiu bem?", "como foi na escola?", "almoçou o que", e aquilo me irritava tanto. E eu não entendia, porque eram perguntas banais que um pai que não vê a filha todos os dias deveria fazer. Eis que hoje me veio a resposta: não era justo, eu respondia, eu falava, ele sabia o que se passava comigo, mas eu não sabia o que se passava com ele. Tive que aprimorar meu poder de ler pensamentos, comecei a ficar um pouco mais esperta e identificar as entrelinhas. Foi um esforço a mais, cansativo, até doloroso, melhor pra mim levando em conta alguns aspectos da vida e algumas pessoas que cruzam nosso caminho. Vai ver é por isso que hoje eu gosto é da claresa, da pergunta e da resposta direta, seca e sem rodeios. Freud explica.

2 de mar. de 2009

Profundesas da vida!

O sol nasce, a bicicleta anda, o lobo uiva e o urso panda.(Autor: Desconhecido)